Groselha on the Rocks
"Soul of a GT. Body of a 9 to 5"
segunda-feira, 16 de março de 2026
Na correria...
Ah sim, Sebastian mandou lembranças.
E com isso, eu quero dizer que obviamente aquela coruja draconiana jamais permitiria que eu deixasse esse blog aqui às moscas por muito tempo....
Citando Marc Spector no que é obviamente um quadrinho 100% canonico e oficialmente lançado com a devida autorização da empresa lá do Rato de bermudas vermelhas...
Bora fazer um papel....
#hustlersgonnahustle
.... o abismo responde de volta e diz...
....tão quieto...
será que o groselha on the rocks foi de base, finalmente?
infiéis. Groselha on the rocks will never die.
Hora de tirar as teias de aranha daqui...
oh yeah...
we're back...
sábado, 26 de julho de 2025
Take me out...
Já faz um tempo que aconteceu, mas é importante o suficiente por pra ainda merecer menção aqui,
No Glastonbury, ocorrido mês passado, teve apresentação do Franz Ferdinand, banda a qual, confesso, nunca prestei muita atenção, salvo aquela colab que eles fizeram com o Sparks e que rendeu o divertido "FFS",
I mean, não me entendam errado, eu consigo perceber que eles são uma banda de qualidade, é apenas que nunca clicou muito comigo. E tudo bem.
Mas eu não posso deixar passar batido que no seu set no festival, a banda de Alex Kapranos recebeu um convidado inusitado: o intérprete da minha versão favorita do Timelord de Gallifrey.
Peter Capaldi, intérprete do 12th doctor, subiu com os guris e cantou com eles o maior hit do grupo "Take me out".
Novamente, nunca curti muito FF, mas achei elegante o efeito no telão e a forma como a guitarra segurou a intro da música por um tempo, já que ela lembra, por sua vez, as primeiras notas do tema de abertura de Doctor Who.
Pensando em ressuscitar o "falando groselha" praqueles momentos em que você só quer literalmente isso: brisar sobre as paradas e falar sozinho, sem se preocupar em escrever, editar e re-editar coisa.
Acho que já postei uma das edições (acho que são só duas) aqui, mas, pro caso de tu não ter idéia do que diabos eu tô falando....
sábado, 21 de junho de 2025
Monster Mash #66: "A vizinha se atormenta"
Pleu, caraio.
Monster Mash novinha. A primeira em quase dois anos. Acho que vocês vão sentir a diferença entre essa e as demais. Acho que ela é uma boa polaroid de como as coisas mudaram desde o mais recente hiato aqui do Groselha e o blog em sua fase atual.
Idles, Molchat Doma, Bruno Mars, Ethel Cain, Gorillaz e Queens of the Stone age, entre outros.
É isso, crianças...
Divirtam-se.
"A coroa não é dada de graça, mas tomada por aqueles que se recusam a se curvar..."
Yo...
terça-feira, 17 de junho de 2025
"somos todos loucos aqui..."
E ontem, depois de longo inverno, finalmente os irmãos Mael voltaram a aparecer em uma edição do clássico programa Later... with Jools Holand. Uma instituição da TV britânica, o programa não recebia o SPARKS desde 2015, quando a dupla foi lá conjuntamente com os meninos do Franz Ferdinand para o disco que fizeram em parceria, o simpático "FFS".
Como ponto de partida pra turnê britânica, Ron e Russel interpretaram duas canções do disco mais recente, o "MAD!" (que eu ainda preciso ouvir com o devido cuidado): "Do thing my own way" e a belíssima "drowned in a sea of tears"
Dude... se você combinar as idades dos dois, tem mais de um século e meio de existência e, juntos, mais de meio século de atividade e ainda assim, a energia e performance ao vivo dos Maels bota muita banda de meninos novinhos no chinelo.
Se ainda não ouviram o disco que os irmãos loucos lançaram esse ano, aproveita o ensejo que o tio Urso facilitou pra vocês.
Só peguem uma bebida, relaxem na cadeira e apertem o play.
De nada.
segunda-feira, 16 de junho de 2025
"Nós que aqui estamos..."
Josh Homme não mentiu.
Ele disse, depois do lançamento do álbum mais recente da banda, o "In times new roman", que o próximo trabalho do grupo envolveria o maior público de sua carreira.
E no ultimo dia 5, ele entregou o que prometeu. Um show acústico diante de mais de um milhão de pessoas.
Todas mortas.
O show, gravado nas lendárias catacumbas de Paris, incorpora cada um daqueles esqueletos, daquelas ossadas, daquelas pessoas em seu descanso final como um personagem a mais, como mais um membro da banda. Não que a morte seja um conceito estranho ao grupo e a seu vocalista.
Homme vinha de uma crise pessoal que, entre outros problemas que não cabe aqui mencionar, envolvia também o luto pela perda do amigo pessoal Mark Lanegan.
E além disso, um diagnóstico de câncer (até onde sei, ele nunca revelou qual o tipo) tornava o nosso fim inevitável um conceito ainda mais palpável, mais difícil de ignorar para o líder do QoTSA.
Para nossa sorte, a morte tem sido uma das fontes mais frutíferas de inspiração para arte em toda a história da humanidade, e Homme decidiu canalizar o horror da situação nessa apresentação, cercado de cadáveres por todos os lados. Em um momento em que seria natural procurar enfiar a cabeça na terra metaforicamente e tentar paliativos escapistas para se distrair, o homem decidiu olhar a morte LITERALMENTE nos olhos e se enfiar junto àqueles que jazem.
O resultado é, e desculpem o eufemismo, uma apresentação transformadora. Soturna, calma (o cenário não permitia instrumentos elétricos ou de percussão e, de qualquer maneira, a ambientação não particularmente encorajava um show de tons arquetipicamente roqueiros), sinistra, contemplativa. Curto, com apenas 6 músicas, mas profundamente marcante.
Nada aqui tem a violência e agressividade típicas do gênero e do Queens, preferindo um caminho mais intimista, ainda que, em sua essência, confrontacional. Diante do fim, Homme e seus parceiros de banda preferem cantar e dançar.
Diante do abismo, o Queens of Stone Age responde não com uma explosão, mas uma serenata. Elegia em homenagem aos mortos assistindo ao show e a todos aqueles que (ainda) não partiram junto a eles.
domingo, 15 de junho de 2025
Monster Mash #65: Aquela coisa que chamam de "divino"
Como prometido, duas edições de Monster Mash na mesma semana.
De nada, ímpios.
Tem música da minha nova banda favorita nesses últimos anos, a Idles, KLF, The Cramps, tem M.I.A. do velho testamento (que descanse em paz), K-dot, Fontaines DC, entre outros.
Espero que gostem. E agora, acabaram as edições da MM que eu tinha em reserva, então, ainda essa semana, vamos com uma edição novinha, feita artesanalmente.
Sem adentrar muitos detalhes (por enquanto), eu me encontro, talvez, na fase mais interessante e criativamente ativa da minha vida pessoal E profissional e estou curioso pra ver como isso vai afetar não só a Monster Mash, mas este blog num geral e todo e qualquer projeto criativo que eu vier a desenrolar pelos próximos tempos.
Falo com mais detalhes em algum momento, aqui ou lá na newsletter.
Mas, por enquanto, é isso. Dancem, cantem juntos, vão atrás dos discos e da obra completa dos artistas que gostarem mais e se quiserem, comentem depois quais curtiram.
Volto ainda essa semana, sem falta.
sábado, 14 de junho de 2025
Monster Mash #64: "Direto do topo do mundo"
Maluco, quase DOIS ANOS desde a última Monster Mash.
Inaceitável, né? Como eu pude deixar vocês sem música maneira por todo esse tempo?
Amanhã tem outra, porque eu tenho duas lá reservadas, que eu fiz meses atrás e deixei elas lá de canto.
Tem Churches, Depeche Mode, tem The Clash, Tim Bernardes e Dinosaur Jr, entre outros.
Espero que gostem...







.webp)






