segunda-feira, 27 de abril de 2026

G-0

Criminoso o quanto eu NÃO tenho falado de Godzilla por aqui em tempos recentes.
Quando essa bagaça era terra de ninguém e eu tinha que raspar o tacho de sites de torrent gringos pelos originais japoneses, era post atrás de post.
Agora tem todo um novo universo do Big G, negócio tem até bonequinho saindo no mcdonalds e os caralhos e.... nada aqui. 
Bom, aproveito o ensejo do recente lançamento do primeiro teaser de Godzilla minus zero, sequencia do maravilhoso Godzilla minus one, pra começar a corrigir essa falha de caráter da atual encarnação deste blog.
Viram G-1? Primeiro Godzilla movie que Stella, minha excelentíssima esposa, viu e ela curtiu bastante. 

Enquanto o original de 2023 trazia o monstro de volta às suas origens enquanto metáfora dos horrores que os japoneses passaram durante a segunda guerra mundial - principalmente em seus dias finais - agora, aparente, vamos ver os horrores da guerra chegando em solo norte-americano, com a impactante cena final do teaser mostrando o lagartão chegando em Nova Iorque. 


 
 

Gosto bastante da idéia, que inclusive, acho que já foi mais ou menos trabalhada - Godzilla enquanto metáfora da maquina de guerra estadunidense - em uma hq onde vemos, na década de 60, o monstro aparecendo no Vietnã, no meio do pegapracapar entre os ianques e os vietcongues de Ho Chi Minh (só vi esse gibi bem en passant, não sei o quão BEM ela é desenvolvida. Quando eu ler, falo mais a respeito). 

Ainda tem tempo pra esse filme sair lá fora (tá agendado pra ser lançado dia 3 de Novembro lá na terra do Naruto) e mais tempo ainda pra chegar aqui (se bem que o sucesso do primeiro filme pode fazer que ele acabe tendo um lançamento decente nos cinemas brasileiros). 

Mas dessa vez, DESSA VEZ, eu vou estar lá no dia da estréia.

E eu ODEIO ir pra cinema. Mas é o Godzilla e aqui, neste blog, Big G é religião. 

"Continuamos aqui..."


 

Eu penso muito a respeito de  The Leftovers. E do quanto eu preciso rever essa série. 

Provavelmente, e eu entendo o choque de uma afirmação hiperbólica dessa natureza, minha série de tv favorita dos ultimos 15 anos. E sim, eu lembro de todos os novos clássicos lançados nesse meio tempo. 

Projeto de um Damon Lindelof ainda curtindo a depressão pós Lost e baseado em um livro de Tom Perrota, a série vinha com certa cara de que ia ser uma nova série de mistério, ainda surfando na onda de programas do tipo surgidos tentando navegar no hype do show que lançou Lindelof e Carlton Cuse pro mundo. 

Mas é aí que mora o twist e, nunca nos esqueçamos, o demonio mora nos detalhes: a série subverte as expectativas do publico já no primeiro episódio.

Na trama, 2% da população mundial, do mais absoluto nada, simplesmente desaparece. Você está em um momento falando com um ente querido, olha pro lado e quado olha de volta, só as roupas dele no lugar. O mundo perde, do nada, em torno de 140 milhões de pessoas. 

E aí? Rapto alienigena? Arrebatamento cristão? Thanos estalando os dedos novamente? Qual é o lance?

Jamais (jamais?) descobrimos e esse é o tal twist que mencionei acima: a série NÃO é um show de mistério, NÃO é sobre O QUE aconteceu com essas pessoas.

Não é sobre quem partiu, mas, como o próprio nome indica, é sobre os que ficaram. Os deixados para trás (nenhma relação com a série de livros evangélicos de mesmo nome). 

É sobre nós. 

Em suas 3 temporadas - 28 episódios, no total - vamos para cantos muito estranhos enquanto aquelas pessoas tentam, de formas mais esotéricas ou mais "laicas", lidar com o luto da perda. Um monte de gente vai inventar teorias sobre o que de fato ocorreu, cada uma mais mirabolante e fantasiosa que a outra (mas mesmo as mais pé no chao vão, enxergando friamente, partilhar da mesma imprecisão pq, afinal, é apenas outro chute, outra tentativa de racionalizar o inexplicável).


Entre momentos mais intimistas e outros que eu só posso descrever como "Lynchnianos", a série crava seus dedos na mente do público, servindo como um espelho sombrio nos lembrando que, também, cada um de nós vai ter que lidar com perdas. Alguns mais, outros, mais sortudos, menos. Mas ninguém que viva tempo suficiente nesse planeta vai passar incólume. 

Detalhe 1, que, aliás, eu não mencionei até agora de propósito: o livro é de 2011.

Detalhe 2: a série foi de 2014 até 2017.

Detalhe 3: Os Living Reminders. Eles são o mais próximo de antagonistas que a série apresenta (pelo menos a princípio) e também deixei eles de lado por motivos "estratégicos". Os LR ou Guilty Remnants são um grupo de pessoas que formam, após o evento do desaparecimento mundial, um... uma.... "religião"? "seita"? Complicado.

Pq seitas acreditam em algo e eles acreditavam em ....nada. E esse é exatamente o ponto do grupo. Sempre de branco e fumando literalmente o tempo todo, o grupo tinha como eixo ideológico a crença de que era impossível só tocar o barco e fingir que nada havia acontecido depois da tragédia global. E que eles iriam ser esse "lembrete vivo" do ocorrido, impedindo as pessoas de simplesmente, seguirem a vida.

De acordo com eles, não existe a fantasia de "um mundo normal" depois de uma catástrofe dessas proporções e qualquer tentativa de fingir uma normalidade desaba. 


Eles eram, novamente, os vilões da série.

Aí olhamos pro mundo de 2025 e eu percebo que preciso rever esse show com o olhar de um homem vivendo em 2025 e em um mundo pós pandemia.

Os living remnants são pessoas que sentem que a fantasia de normalidade que nós coletivamente sustentamos simplesmente quebrou e não tem como consertar de volta.

Eu vou parar esse texto aqui e vocês concluam dele o que quiserem, mas se forem tirar dois pontos, pensem no seguinte:

1 - Assistam The Leftovers. Se gostarem, leiam o livro, é bem pequeno, vai fácil. 

1 - Os Guilty Reminders estão totalmente errados? E considerando tudo o que passamos nos piores dias do COVID, dá pra falar mesmo que os GRs são eles ou de fato, nesse nosso plano de realidade aqui, NÓS somos mais parecidos com eles do que gostaríamos?


....


Eu penso muito em "The leftovers".

E em "Rubber". Também conhecido como "o filme do pneu senciente telepata assassino".

Qual a conexão entre ambos os tópicos?

Sei lá, diz você


"Tenente Chad: No filme “E.T.” de Steven Spielberg, por que o alienígena é marrom? Sem motivo. Em “Love Story”, por que os dois personagens se apaixonam perdidamente um pelo outro? Sem motivo. Em “JFK”, de Oliver Stone, por que o presidente é repentinamente assassinado por um estranho? Sem motivo. No excelente “Chain Saw Massacre”, de Tobe Hooper, por que nunca vemos os personagens irem ao banheiro ou lavarem as mãos como as pessoas fazem na vida real? Absolutamente nenhuma razão. Pior ainda, em “O Pianista” de Polanski, por que esse cara tem que se esconder e viver como um mendigo quando toca piano tão bem? Mais uma vez, a resposta é: sem motivo. Eu poderia continuar por horas com mais exemplos. A lista é interminável. Você provavelmente nunca pensou nisso, mas todos os grandes filmes, sem exceção, contêm um elemento importante sem motivo. E você sabe por quê? Porque a vida em si está cheia de nenhuma razão. Por que não podemos ver o ar ao nosso redor? Sem motivo. Por que estamos sempre pensando? Sem motivo. Por que algumas pessoas adoram salsichas e outras odeiam salsichas? Sem maldita razão."

segunda-feira, 16 de março de 2026


 

Na correria...

 Ah sim, Sebastian mandou lembranças.

E com isso, eu quero dizer que obviamente aquela coruja draconiana jamais permitiria que eu deixasse esse blog aqui às moscas por muito tempo....

Citando Marc Spector no que é obviamente um quadrinho 100% canonico e oficialmente lançado com a devida autorização da empresa lá do Rato de bermudas vermelhas...



Bora fazer um papel.... 


#hustlersgonnahustle

.... o abismo responde de volta e diz...

 ....tão quieto...


será que o groselha on the rocks foi de base, finalmente?


infiéis. Groselha on the rocks will never die.


Hora de tirar as teias de aranha daqui...


oh yeah...


we're back... 




sábado, 26 de julho de 2025

Take me out...


Já faz um tempo que aconteceu, mas é importante o suficiente por  pra ainda merecer menção aqui,

No Glastonbury, ocorrido mês passado, teve apresentação do Franz Ferdinand, banda a qual, confesso, nunca prestei muita atenção, salvo aquela colab que eles fizeram com o Sparks e que rendeu o divertido "FFS", 

I mean, não me entendam errado, eu consigo perceber que eles são uma banda de qualidade, é apenas que nunca clicou muito comigo. E tudo bem.


Mas eu não posso deixar passar batido que no seu set no festival, a banda de Alex Kapranos recebeu um convidado inusitado: o intérprete da minha versão favorita do Timelord de Gallifrey. 

Peter Capaldi, intérprete do 12th doctor, subiu com os guris e cantou com eles o maior hit do grupo "Take me out".

Novamente, nunca curti muito FF, mas achei elegante o efeito no telão e a forma como a guitarra segurou a intro da música por um tempo, já que ela lembra, por sua vez, as primeiras notas do tema de abertura de Doctor Who.


Peter performar como o fez não é nenhuma surpresa, já que o ator tem um passado na música (ele foi, quando jovem, membro de uma banda punk chamada "The Dreamboys", que também trazia como membro outra futura celebridade: Craig Ferguson). 
Confesso que até passou um pouco minha má vontade com os guris e, se pans, até vou dar uma segunda chance pra discografia do Franz. 
E eu já disse isso antes, mas vale repetir: eu quero ser 10% tão cool quanto Capaldi quando tiver a idade dele.

... claro, se é que é ele. Porque eu não ignoraria totalmente a possibilidade desse no palco ser o Doutor em pessoa, em uma aventura multiversal aqui no nosso cantinho dimensional.
Vai saber, né?

Pensando em ressuscitar o "falando groselha" praqueles momentos em que você só quer literalmente isso: brisar sobre as paradas e falar sozinho, sem se preocupar em escrever, editar e re-editar coisa.

Acho que já postei uma das edições (acho que são só duas) aqui, mas, pro caso de tu não ter idéia do que diabos eu tô falando....


Eu gosto bastante desse formato. Puro fluxo de raciocínio, sem muito filtro, exceto aqueles que eu já tenho 24 horas por dia (sim, pra quem tem dúvidas, eu sou um daqueles esquisitões que falam da mesma forma que escrevem...).

Não é porque eu gasto uma boa parte da minha energia criativa no trampo que eu vou esquecer do meu cantinho favorito aqui nas interwebz.
E isso na iminência do aniversário do blog (não vou mentir, eu me toquei disso completamente por acaso). Coincidência?

...sim, provavelmente. Mas ainda assim....

sábado, 21 de junho de 2025


 


 

Monster Mash #66: "A vizinha se atormenta"

 



Eu não sei vocês, mas tem músicas que alugam uma casa na sua cabeça de tempos em tempos e vira uma daquelas trilhas sonoras da sua vida, pra onde você retorna de vez em sempre.
Tem uma das músicas nessa playlist, que eu obviamente não vou dizer qual é, que periga estar no topo das minhas músicas mais ouvidas de 2025.
Talvez seja por ela funcionar tão bem como trilha para os sombrios dias que vivemos. Ou porque eu estou em um dos melhores momentos da minha vida. Mas sempre tem um twist, né?
Porque a luz mais clara projeta as sombras mais densas e no final, você tá sempre se sentindo 3 passos diante da tragédia...
Você sempre se sente Peter Parker em um dia particularmente bom, mas sentindo que você tá a 14 passos do Carnage, Venom ou da pior e mais brutal formação existente dos Sinister Six. 
Mas é isso... "something always goes wrong when things are going right", já dizia Matt Johnson, alma e coração do The The. Mas o que salva o rolê é que o inverso também é válido.
Sigamos pela fase boa sabendo que não há bem que perdure, mas também não há mal que seja eterno...
Enfim... Monster Mash, crianças...


Pleu, caraio. 

Monster Mash novinha. A primeira em quase dois anos. Acho que vocês vão sentir a diferença entre essa e as demais. Acho que ela é uma boa polaroid de como as coisas mudaram desde o mais recente hiato aqui do Groselha e o blog em sua fase atual. 

Idles, Molchat Doma, Bruno Mars, Ethel Cain, Gorillaz e Queens of the Stone age, entre outros. 

É isso, crianças...

Divirtam-se.

"A coroa não é dada de graça, mas tomada por aqueles que se recusam a se curvar..."


 

Yo...


é isso.
é real. 
Depois de mais de 20 anos desde o clássico "Wu Tang: Shaolin Style" lançado pra ps1 em 99, finalmente o mundo vai ganhar mais um game baseado em um dos melhores, mais famosos e mais influentes grupos da história do hip-hop. 
"Wu Tang Clan: Rise of the deceiver" vem com o selo da Brass Lion, estúdio relativamente novo (de 2017) com gente que já trabalhou em coisa grande nível Mass Effect e Skyrim.
O jogo vai ser um rpg de ação onde o gamer vai ter que defender o reino de Shaolin da presença de um vilão conhecido apenas como "the deceiver" e, pra isso, vai ter que reunir o grupo. 
Eu sei que essa é a parte que vocês estão ansiosos, por mais que a resposta seja um óbvio sim: sim, além de canções originais, as músicas do grupo de GZA, RZA, Method Man, Ghostface Killah, Raekwon, Mastah Killa, Method Man, Ol' Dirty Bastard e Inspectah Deck vão estar na OST, incluindo clássicos como "C.R.E.A.M." e "Protect ya neck" e outras mais obscuras.
O jogo ainda não tem data de lançamento, mas já foi anunciado pra PC e consoles e pra logo.

Adorei o visual, essa coisa meio "game do scott pilgrim" que resgata o 8-bit ao mesmo tempo que mantém a fluidez da animação moderna, operando bem na linha entre ser algo nostálgico mas não ser referencial demais. 
Ansioso pra esse. Adoro Wu tang clan desde meu primeiro contato com o grupo, lá pelos idos de 2000, nas já inúmeras vezes mencionadas aqui discografias de mp3 que eu comprava lá nos shoppings "clandestinos" da Paulista. 
Com produção do Ghostface e trilha da lenda RZA, esse é um que é certeza que vou colocar minhas ursídeas patas em cima no dia em que sair. 

terça-feira, 17 de junho de 2025

"somos todos loucos aqui..."


E ontem, depois de longo inverno, finalmente os irmãos Mael voltaram a aparecer em uma edição do clássico programa Later... with Jools Holand. Uma instituição da TV britânica, o programa não recebia o SPARKS desde 2015, quando a dupla foi lá conjuntamente com os meninos do Franz Ferdinand para o disco que fizeram em parceria, o simpático "FFS". 

Como ponto de partida pra turnê britânica, Ron e Russel interpretaram duas canções do disco mais recente, o "MAD!" (que eu ainda preciso ouvir com o devido cuidado): "Do thing my own way" e a belíssima "drowned in a sea of tears"



Dude... se você combinar as idades dos dois, tem mais de um século e meio de existência e, juntos, mais de meio século de atividade e ainda assim, a energia e performance ao vivo dos Maels bota muita banda de meninos novinhos no chinelo. 

Se ainda não ouviram o disco que os irmãos loucos lançaram esse ano, aproveita o ensejo que o tio Urso facilitou pra vocês.

Só peguem uma bebida, relaxem na cadeira e apertem o play.

De nada.


segunda-feira, 16 de junho de 2025

"Nós que aqui estamos..."



Josh Homme não mentiu.

Ele disse, depois do lançamento do álbum mais recente da banda, o "In times new roman", que o próximo trabalho do grupo envolveria o maior público de sua carreira. 

E no ultimo dia 5, ele entregou o que prometeu. Um show acústico diante de mais de um milhão de pessoas.

Todas mortas.

O show, gravado nas lendárias catacumbas de Paris, incorpora cada um daqueles esqueletos, daquelas ossadas, daquelas pessoas em seu descanso final como um personagem a mais, como mais um membro da banda. Não que a morte seja um conceito estranho ao grupo e a seu vocalista.

Homme vinha de uma crise pessoal que, entre outros problemas que não cabe aqui mencionar, envolvia também o luto pela perda do amigo pessoal Mark Lanegan.

E além disso, um diagnóstico de câncer (até onde sei, ele nunca revelou qual o tipo) tornava o nosso fim inevitável um conceito ainda mais palpável, mais difícil de ignorar para o líder do QoTSA.

Para nossa sorte, a morte tem sido uma das fontes mais frutíferas de inspiração para arte em toda a história da humanidade, e Homme decidiu canalizar o horror da situação nessa apresentação, cercado de cadáveres por todos os lados. Em um momento em que seria natural procurar enfiar a cabeça na terra metaforicamente e tentar paliativos escapistas para se distrair, o homem decidiu olhar a morte LITERALMENTE nos olhos e se enfiar junto àqueles que jazem.


O resultado é, e desculpem o eufemismo, uma apresentação transformadora. Soturna, calma (o cenário não permitia instrumentos elétricos ou de percussão e, de qualquer maneira, a ambientação não particularmente encorajava um show de tons arquetipicamente roqueiros), sinistra, contemplativa. Curto, com apenas 6 músicas, mas profundamente marcante. 

Nada aqui tem a violência e agressividade típicas do gênero e do Queens, preferindo um caminho mais intimista, ainda que, em sua essência, confrontacional. Diante do fim, Homme e seus parceiros de banda preferem cantar e dançar. 

Diante do abismo, o Queens of Stone Age responde não com uma explosão, mas uma serenata. Elegia em homenagem aos mortos assistindo ao show e a todos aqueles que (ainda) não partiram junto a eles.


A versão em áudio desse show vocês já encontram no youtube, no spotify, youtube music e nas demais plataformas de streaming. 
Já a versão em vídeo dessa apresentação, só no site do QoTSA. O show, sozinho, sai por 55 reais, enquanto o combo show + making of sai por 85 pila.

Excellent!!!

domingo, 15 de junho de 2025

Monster Mash #65: Aquela coisa que chamam de "divino"

Como prometido, duas edições de Monster Mash na mesma semana.


De nada, ímpios.

Tem música da minha nova banda favorita nesses últimos anos, a Idles, KLF, The Cramps, tem M.I.A. do velho testamento (que descanse em paz), K-dot, Fontaines DC, entre outros. 


Espero que gostem. E agora, acabaram as edições da MM que eu tinha em reserva, então, ainda essa semana, vamos com uma edição novinha, feita artesanalmente.

Sem adentrar muitos detalhes (por enquanto), eu me encontro, talvez, na fase mais interessante e criativamente ativa da minha vida pessoal E profissional e estou curioso pra ver como isso vai afetar não só a Monster Mash, mas este blog num geral e todo e qualquer projeto criativo que eu vier a desenrolar pelos próximos tempos. 

Falo com mais detalhes em algum momento, aqui ou lá na newsletter.

Mas, por enquanto, é isso. Dancem, cantem juntos, vão atrás dos discos e da obra completa dos artistas que gostarem mais e se quiserem, comentem depois quais curtiram. 

Volto ainda essa semana, sem falta. 


Too Sweet!!!!!!

sábado, 14 de junho de 2025