segunda-feira, 27 de julho de 2026

and now for something completely different...






 ...dollar, dollar bills, y'all....


 

Akasha is coming!!!!!


 

So.... Vampire Lestat acabou. Concluiu-se a season 3 de "Entrevista com o vampiro". A terceira temporada foi incrível, uma experiência lisérgica absolutamente épica, e eu sei o quanto esse termo vale pouco hoje em dia, mas confiem em mim. Épico define.

Na ultima cena, Lestat, no futuro, abre a janela de seu quarto e o que vemos é a cena da imagem acima. Eu nunca li os livros narrando as cronicas vampirescas, mas sempre tive noções básicas do negócio.


Aliás, minto: lá pelos 12 anos, eu li Vampiro Lestat. Morava em Avaré, tava no frísson de vampiros por causa da estréia de Vamp na globo e queria consumir tudo que envolvesse esses monstros. Na biblioteca local, tinha uma cópia de "O Vampiro Lestat" com aquela capa clássica das boquinhas voadoras dentuças. Não lembrava de nada da trama, mas lembro que gostei muito. 

Isso posto e salvo esta única interação, nunca li os livros de Anne Rice mas, novamente, eu tinha noções básicas do negócio. Eu sabia, por exemplo, que o próximo livro da série é "A Rainha dos Condenados", narrando a primeira geração de vampiros. Eu sabia que, no decorrer da trama, Akasha, a vampira original, se aliava a Lestat e partia num frenzy sanguinário matando geral.

Mas eu sempre pensei se tratar de algo mais na miúda, nas sombras. A imagem acima é uma cidade terrapalanada nível Godzilla, tá ligado? Não sabia que estávamos falando de uma treta "omega level". 

Agora é um ano até "Queen of the damned" estrear. Nesse meio tempo, acho que voi ler a versão literária dessa história. Num daqueles fenônemos tipo "a vida é um ciclo", Stella ganhou os 3 livros que abrem as cronicas vampirescas, todos com as capas clássicas dos anos 90 (ou seja, eu tenho "O vampiro lestat" com a capa púrpura com as boquinhas dentuças voadoras) então vou enxergar isso como um sinal do universo.

Comento aqui com minhas impressões conforme a leitura for andando. 



* Um ultimo comentário: na época eu era evangélico, certo? Ou estava tendo, sem sucesso, graças a deus, ser um. Enfim, peguei esse livro, ovelha desgarrada e ...bom... qualquer um que conheça Anne Rice sabe que ela não é muito discreta a respeito da natureza da relação entre Louis de Point Du Lac e Lestat de Lioncourt. Lendo o negócio e os dois protagonistas se entreolham e mandam um "vamos deitar?".

Eu lembro como se fosse hoje, eu moleque inocente, pensando... "eles são bem amigos, né?"


......


yep...

"amigos". 

"The Last Ronin"



Ok... eu raramente venho aqui pra falar mal das coisas. Eu sou um "gostador" de coisas e acho um desperdício de tempo vir comentar coisa que me deixou com impressões majoritariamente negativas. 

Mas eu reli "Last Ronin" ontem pq eu to com hiperfoco nas tartarugas ninja (se acostumem, agora vou dar cartada de autista o quanto eu puder) e cara... esse gibi é um clássico e eu só consigo pensar.... "pq?"

Um gibi que retrata o protagonista da trama em sua ultima aventura já merece automaticamente a pecha de clássico?

A trama, publicada entre 2020 e 2022 em uma mini de 5 partes traz um dos criadores originais, Kevin Eastman, dividindo o roteiro com Tom Waltz, que escreveu as 100 primeiras edições do título mensal das TMNTs da IDW. A arte principal é dos irmãos Esau e Isaac Escorza, com mais uma galera desenhando as cenas de flashback, incluindo o próprio Eastman. 

Tem bonequinho de last ronin, reimpressão luxuosa da hq, já falaram em uma adaptação - já descartada -  pro cinema, vai ganhar game logo logo...e novamente... pq?

Sério é um gibi tão básico, sabe? "Reign" do Homem Aranha (aqui batizada como "Potestade") é um "cavaleiro das trevas" bem melhor que esse, sabe? Efeito "Old man Logan"?

Nem tudo são críticas. A arte é eficiente, apesar de eu preferir a do título de linha da franquia. Mas eu sou suspeito pra falar. Eu adoro a arte da Sophie Campbell. 

A trama tem a densidade de um pires. Evil Ninja, neto de Oroku Saki, o Destruidor, conseguiu o controle de New York e, num futuro distópico, controla a cidade com mãos de titânio. Tudo parece mega blade runner até surgir um raio de esperança quando o ultimo discípulo vivo de Splinter ressurge da obscuridade com sangue nos olhos e disposto a mandar o tirano pra terra dos pés juntos. 

 Eu gosto do lance da primeira edição segurar a revelação da identidade da ultima das tartarugas viva. A dinâmica dela conversando com os fantasmas dos irmãos tb te pega pelo coração.

Mas é isso. Um mundo que não é aprofundado. Um vilão caricato que faz o Destruidor da animação dos anos 80 parecer um personagem trágico shakesperiano. E mano: que. gibi. chato.

São páginas e mais páginas, no terço final da trama, descrevendo com uma riqueza excruciante de detalhes as engrenagens do plano final. Hey, legal, eu gosto de uma trama que gosta de me colocar nesse nível de imersão. Mas meus queridos, tudo tem limites. São páginas e páginas de um texto chato descrevendo o tal plano final rolando paralelamente com cenas de luta tão genéricas e vazias que tu se pega pensando "who the fucking cares?"

Exagero?

Maluco, STAR the fucking WARS. Imagine se um terço de "uma nova esperança" fosse só os personagens debatendo o plano final de forma minuciosa. NÃO, maluco.

"ENTÃO, Galera. Estrela da Morte. Tem um buraco num canto MEGA escondido. Dois tiros no buraco. Pew pew. Aí vai fazer Buuuummm" Cabou. 

Parabéns pela capacidade de criar uma trama com verossimilhança de um heist de fato. Mas ninguém tá aqui pra isso. O lance é a dinâmica entre os personagens, as interações, o elemento humano nesses mutantes.


Deus do céu, eu só ficava irritado assim lendo Tokien cada vez vez que ele parava pra descrever cada maldita folha em cada maldita árvore de cada maldita floresta da terra média. 

Pra quem não sabe pq eu leio poucos livros, eu ABOMINO cena descritiva, tá ligado? Por isso eu abracei os quadrinhos como fiz e, portanto, pra mim, poucas coisas são mais red flag do que proselitismo, excesso de texto e algo como o rigor técnico que os criadores adotam aqui.

Eu vi que já tem prequel e sequencia de "last ronin". Vou pesquisar se eles de fato conferem densidade pra história ou se é só mais do mesmo. 

Pros fãs das tartarugas: vão direto pra mensal dos personagens.

"ain, mas tem mais de 150 edições"

não quer ler do começo? vai a partir da edição 100, que é quando o gibi tem um ponto de virada na trama que funciona perfeitamente como uma porta de entrada para novos leitores. Rapidão tu acostuma com os personagens novos - e se apaixona por eles - e com o contexto geral da hq. 

Sobre "Last Ronin"? De boas, se quiserem ir atrás de algo parecido, vão reler "O cavaleiro das Trevas" ou "Old Man Logan". Ou "Potestade". Esse gibi merece mais carinho do que recebeu na época. 

Sim, ele é 100% referencial, bebe com gosto de "TDKR", mas até aí, se é pra copiar, pelo menos vai nos medalhões, né?

Volto a falar do título mensal dos adolescentes ninjas verdes logo, logo, pq to encantado com aquilo. Spoiler: orfãos de Krakoa vão se sentir em casa por lá. 

terça-feira, 21 de julho de 2026

 



Eu ia dizer que eu tenho zero interesse em qualquer outro artista desse festival salvo Gorillaz, mas isso seria uma inverdade. Primeiro pq eu adoro ir em festivais - apesar de não ter ido em muitos - e ficar zanzando pra conhecer coisa nova. Fui nos dois dias do Lolla Br de dois mil e.... treze? Acho. A edição com Arcade Fire. Uma das ultimas edições em que o ingresso pros dois dias era caro, mas não como hoje em dia que sai mais ou menos o mesmo preço de um carro popular.
Exagero, claro. Mas não muito.

...enfim... Foi assim que eu ouvi muita coisa legal como Flume e Illya Kuriaki e los Valderramas, um dos meus shows favoritos da vida. 
Mas indo além disso, eu adoro a Arca. O Kick I é um dos meus discos favoritos de todos os tempos. Eu literalmente não faço idéia dos demais nomes no line-up, mas hey, tamos aqui pelo caos, certo?
Fly or die.

E veja bem... é BEM no dia do meu aniversário, né?

Se eu acreditasse em sinais...

Gorillaz, no show da turnê de um dos melhores discos da carreira do grupo, o absurdamente bom "The Mountain"... no dia do meu aniversário de 47 anos. 

Eu tinha me aposentado de shows e tals... mas......ya know?

"Segue o baile" de Magô Pool


Essa hq é importante pra caramba e que bom que ela já está tendo reconhecimento tanto de público quanto crítica. Ela é uma denuncia de uma realidade corrente, acontecendo agora, enquanto voce aí le essas mal traçadas linhas. Há menos que façamos algo de drástico, isso vai continuar se repetindo momentos, dias, meses depois de você terminar a leitura. 

Na trama, um grupo de adolescentes da favela vão de carro pro baile antes de um deles deixar a comunidade pra ir jogar em um time de futebol de base. No caminho, decidem gravar uma live pra promover a imagem do rapaz e tals, quando são parados por um grupo de PMs e aí ... aí é inferno na terra...

A autora, Magô Pool (roteiro E arte) usa as tecnologias de nossos dias como um elemento na narrativa conferindo um clima de "agora", uma "presentidade", se é que essa palavra existe, a essa trama.

A arte dança entre o expressionismo e a crueza tipica de um zine. E essa é uma escolha acertadíssima, já que do primeiro, temos o terror em rostos e reações maiores que a vida. E afinal, essa É uma hq de terror.

Do segundo, o, novamente, me perdoem a licença poética, "cheiro de rua", aquele aspecto cru que confere autenticidade à obra. Tu sabe que a autora não tá escrevendo de longe, não tá narrando essa história do alto de uma torre de marfim, como ocorre com algumas obras de suposto caráter de "crítica social". Aquilo é a realidade de alguém que conhece aquela dor, aquele horror, aquele medo na pele.

Ao mesmo tempo, ainda sobre a trama, o twist final confere um aspecto de labirinto kafkaesko ao negócio, parecendo que todos ali estão, independente do ponto dentro da pirâmide, em um perpétuo ciclo, achando que são inimigos e adversários mas são todos peças no mesmo tabuleiro em que as mãos diferentes de um mesmo corpo controlam os dois lados. O título se justifica aí. "Segue o baile", de fato. Apenas outra segunda-feira.

Fora que consegue escapar da armadilha de acabar adotando em determinado momento algum tom professoral ou proselitista, sempre um risco com obras dessa natureza. 

AO MESMO TEMPO....e vcs sabiam que ia ter uma conjunção adversativa vindo em algum momento.... eu to começando a entender galera que fala que tá cansado de obras protagonizadas por minorias que SÓ retratam sofrimento.

E sim, eu sei que a crítica, aí, não é à obra e sim, em certa medida, à cena. De artes em geral. Fui sem saber nada da hq e tinha uma esperança de ser de fato, sobre meninos indo pro baile funk, tá ligado?


"mas aí o problema é teu e da tua expectativa"


sim


"......como assim '"sim'"?"


Sim, qual parte de que o problema sou eu, lá em cima, vc não sacou kemosabe?

E veja bem: não só nada disso reflete na qualidade do gibi, como, na real, essa hq é uma resposta dialética a essa expectativa minha. Provavelmente a autora e todos os demais autores de alguma minoria adorariam poder retratar as próprias vidas em obras leves e divertidas, slices of life com pequenas aventuras adoráveis sobre o cotidiano. Mas não dá e o que tais obras fazem é nos lembrar do porquê disso. 

Pq o sistema não deixa. 

E nunca percamos isso de perspectiva: não é um sistema quebrado. É um sistema funcionando EXATAMENTE como foi concebido para funcionar. E dai vem o horror dessa hq. Do quão mundano eram as pessoas assistindo online aos eventos que ocorrem na trama. Ou do quanto ESSE episódio acaba soando só "mais um" e no horror de um mundo que normaliza esse tipo de barbaridade. Ou do profundo terror de saber que as expressões demoníacas nos rostos dos policiais não estão lá pra bestializa-los, pra dizer que são monstros e, portanto, maçãs podres, exceções à regra, mas para nos lembrar que eles estão numa máquina de moer gente cujo objetivo final é produzir monstros EXATAMENTE como eles. As máquinas de matar desumanizadas são, novamente, o produto final desejado de um sistema que precisa deles. Que não opera sem eles.

E sem a oposição a eles. Novamente, um campo circular onde grupos acham que estão competindo em linha reta mas seguem girando ao infinito. Ou bonecos brigando nas mãos de um mestre de marionetes que lucra com o caos.

E segue o baile, de fato. 

Uma das melhores coisas que eu li esse ano, e veja bem, eu tenho tido a sorte de ler MUITA coisa legal recentemente. 


quinta-feira, 16 de julho de 2026


 

Atualização de 23/07: me ocorreu, dias depois, que eu não posso dizer que não tenho sorte no amor estando em uma relação de quase duas décadas. Ok, minha vida pregressa pré-Stella não era das mais frutíferas, mas.... 15 anos , né? I mean, mais uns 6 anos e eu e minha excelentissima vamos ter estado juntos a mais tempo que Peter e MJ (kkcrying)....

O resto, no entanto, se mantem tristemente válido. 


 


 

quarta-feira, 15 de julho de 2026

Vamos abordar o elefante mutante flamejante e com poderes telecinéticos na sala?

 So....


Krakoa acabou.

A era Krakoana teve sua conclusão. Já vai pra dois anos, na real.


Acho que não vai ser uma surpresa pra ninguém que os textos mais lidos aqui do blog são minhas looooongas reflexões sobre hqs, né?

E que os mais lidos dentre estes sejam aqueles centrados no lore dos discípulos de Charles Xavier.

Também não acho que ninguém vá se surpreender de que minha opinião sobre os títulos mutantes pós krakoa pode ser resumida na imagem abaixo protagonizada por Ru Paul Charles..


So... como ficamos? Paro com os posts "em rumo a Krakoa" ou me forço a seguir, como uma elegia por uma era que foi inquestionavelmente mais curta do que deveria ser e que obviamente acabou por causa dos desígnios de um criativo preocupado com alinhamento dos gibis com os futuros filmes baseados nos x-men e...


...deus do céu, eu já disse o quanto eu odeio o MCU? Vocês também acham, as vezes, que falir seria um destino mais digno pra Marvel do que ser comprada pela companhia do rato Mickey?

E eu digo isso plenamente ciente de que minha saga favorita da Marvel foi uma escrita uma década depois de tal aquisição (As Secret Wars do Hickman).

Nos meus dias mais cínicos eu me vejo pensando isso...


Enfim, divago... 


Eu não vou mentir, eu queria muito seguir com a série de posts mutantes, até por ganas de talvez um dia, compila-las na forma de um e-book ou algo do tipo. 

Agora? Eu não sei. Admito que minha empolgação foi de 1000 a zero muito rápido. Mas sei lá... amanhã é outro dia e eu sou extremamente mercurial em termos de humor.

Mas, salvo meia duzia de titulos, se muito, a Marvel de 2026 perdeu muito do gás que tinha uns 3 anos atrás. Foi só a DC exorcizar Dan Didio de suas fileiras que ela voltou a exalar criatividade. Mas como a balança raramente está equilibrada, enquanto a DC se reencontrou depois de um tempo perdida com a bobagem que foram os new 52 - salvo um ou outro gibi mais legal aqui e acolá - a  Marvel se acomodou.

Ainda tem alguns títulos legais, mas a palavra que norteia o editorial da Casa das Idéias atualmente parece "confortável". Se manter no seguro. E vocês sabem o que eu penso a esse respeito...

Enfim... HOJE, meu impulso é dizer que "Em rumo a Krakoa" acabou.

O que pode mudar é que agora, eu tenho um período, entre 2019 e 2024, com começo, meio e lamentavelmente, fim, sobre o qual posso me debruçar. Talvez seja hora de uma nova série talvez chamada "Krakoa is here" ou qualquer coisa do tipo, falando sobre os gibis desse período?

Talvez. 


To be continued, com certeza....

 Acabou de me ocorrer que eu tenho produzido conteúdo perfeitamente adequado pra cá mas que eu só tenho postado nas redes sociais evil, da meta, do zucker e os caraios...

alimentando o deus algoritmo quando na real, tem esse espacinho firmeza aqui pra poder voltar...


Logo logo eu posto coisa aqui de minhas jornadas (geralmente em dias que eu não venho pro trampo por causa de uma reunião em algum canto da cidade ou, mais recentemente, por causa das minhas férias). 

Tem o dia em que eu fui na exposição do hip hop lá no sesc, visitas à galeria do rock...

E quaisquer outras aventuras que eu tiver, em minha complicada e sempre ocupada vida de "produtor cultural/bibliotecário" em regime CLTista de 44 horas semanais. 



Quem tem um par de polegares opositores, um sorriso cativante e de acordo com meu neurologista, OFICIALMENTE pode dizer que tá no espectro autista???



THIS BEAR, MOTHERFUCKERS!!!!!!!

Crianças das trevas...


Eu já disse isso antes, mas eu ODEIO pegar uma série de mangá pra ler, me encantar com o negócio e só depois, quando eu já estou devidamente fisgado, descobrir que o negócio ainda está saindo.

Pior só quando eu descubro que a obra em si tá na temida "pausa" de publicação (o que, geralmente, significa que o autor teve que se distanciar do negócio depois de anos sendo triturado vivo pela indústria de quadrinhos japonesa) e sem data de retorno (Blue Period foi um que eu embarquei com gosto pra descobrir que o título tava em hiato. Acho que enquanto eu escrevo essas palavras, o mangá já retornou). 

Enfim, se isso não for um problema pra vocês, e eu sinto que é outra instância em que eu estou chegando no meio da festa e agindo como se tivesse aberto a balada, vão ler #DRCL. 

Mano, que parada absurdamente mágica. Uma recontagem do conto do vampiro mais famoso do mundo mas com alguns twists. E eles nem são o que tem de mais mágico no gibi. A arte de Shin-Ichi Sakamoto é.... olha, eu normalmente não tenho pudores em encher meus posts de imagens, mas vou me conter aqui e apenas pq eu quero muito que vcs tenham o primeiro impacto ao lerem, na hora certa, do jeito intencionado pelo autor.

Sério, tem página ali de encher os olhos. O traço de Sakamoto é lindo e ele enche os painéis de referências a cultura pop, desde mais obvias até mais sutis e, sério.... faz tempo que eu não ficava tão encantado com uma hq como eu fiquei com essa...


Sérião, serião, é referencial, respeitoso à obra original, mas também é subversivo, é clássico mas atual. É grotesco mas sexy, sublime mas macabro na mesma medida...


Talvez seja a melhor coisa que eu li esse ano...


...o que só piorou o impacto da notícia de que o negócio não acabou. Saco.


Enfim... recomendo pra caramba. Até o momento, 6 volumes publicados. Botem a trilha sonora do filme do Nosferatu de 1979 de fundo e já é...


Ah sim: já saiu aqui no Brasil. Está sendo publicado pela Panini e se se interessarem, podem achar lá no site oficial da editora ou, de preferência, na comic shop mais próxima de sua residência. 

domingo, 24 de maio de 2026